Como o RH pode fazer mais, com cada vez menos dinheiro?

Vivemos na época da otimização de recursos, também chamada de corte de custos. O pessoal de RH sente isso na pele.

E também habitamos a era das plataformas, que se tornaram possíveis pelo avanço alucinante da computação e da internet.

Por isso, quando qualquer pessoa quer aprender qualquer coisa, ela pode fazer isso quasede graça – desde que tenha acesso tecnológico e disciplina.

Se acham exagero, vale conferir provedores de cursos e treinamentos como UdacityUdemyMIT Open Courseware, etc… A lista de empresas é enorme e inclui companhias brasileiras. Da Gestão de Projetos ao Marketing Digital, da Liderança Situacional ao Design Thinking, do inglês de negócios ao mandarim instrumental, você pode resolver praticamente qualquer lacuna de formação.

O RH, cada vez mais pressionado pela necessidade de gerar melhores resultados com menos recursos financeiros, já deve ter percebido que a abordagem moderna para desenvolver e educar colaboradores precisa se aproveitar dessa disponibilidade.

E ela depende de no mínimo três fatores: protagonismo dos colaboradores e facilitação do acesso a recursos de aprendizagem são os dois primeiros.

Vivemos num novo ecossistema na área educacional, onde as possibilidades são inúmeras. Provavelmente 70% dos desafios de treinamento, capacitação e desenvolvimento poderão ser resolvidos com dispêndio mínimo do orçamento das áreas de RH.

Mas atenção: a vantagem ou obrigação de gastar menos precisam ser equilibradas pela escolha cuidadosa dos recursos de aprendizagem que realmente façam sentido e tenham qualidade – a chamada curadoria, o terceiro fator. Embora existam recursos excelentes, há bastante joio no meio do trigo, ou muitos “bytes” inúteis nesse universo digital.

Fica a pergunta: seu RH já está fazendo isso?

É mais fácil decidir fazer e se antecipar do que ser obrigado…

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